sábado, 3 de março de 2012

A volta dos grandes musicais


Mexe com a economia brasileira e cria um rico histórico cultural para o país

Tem quem diga que 2012 será um ano de realizações e sucessos. E tem quem diga que neste ano os musicais chegam com tudo para os palcos dos teatros brasileiros. Grandes espetáculos que fizeram muito sucesso na Rua da Broadway, poderão ser vistos no Brasil, e o mais importante, por produções brasileiras.

Adaptações como A Família Addams e Thriller, do cantor Michael Jackson, são as grandes apostas do mercado brasileiro nesse segmento, já que vão estrear primeiro no Brasil, ao contrário do que acontece com a maiorias das outras peças teatrais. “Sermos a primeira montagem fora da Broadway demonstra uma confiança não só no mercado, mas também nos profissionais brasileiros”, comemorou o ator Daniel Boaventura na coletiva de apresentação da peça A Família Addams, na qual vive o protagonista da história.

Outra obra que chegou no mês de janeiro e está rendendo muito para a cultura brasileira é o espetáculo Hair, que há mais de 40 anos esteve em cartaz na Broadway e foi readaptada por Charles Möller e Claudio Botelho. Mas os palcos não estrelam somente adaptações, o musical Tim Maia- Vale Tudo é o campeão de bilheteria, desde a sua estreia em maio de 2011. Contando e cantando a vida do grande músico Tim Maia, a estrutura da peça é muito rica, com vários detalhes no figurino e com canções originais do artista. O grande problema em certos trabalhos com musicais é justamente esse, a estrutura das casas de espetáculos que existem hoje no Brasil. A peça Xanadu, por exemplo, sofreu no mês passado com a falta de preparo, quando um cabo se partiu ferindo os dois atores principais da peça, Danielle Winits e Thiago Fragoso, e uma senhora que estava na plateia. Esse problema é comum, principalmente no Rio de Janeiro, já que A Família Addams, em cartaz em São Paulo, não será exibida na Cidade Maravilhosa por falta de um local adequado.

Fonte:

http://musicaisbr.clickcultural.com.br/

http://www.hairomusical.com.br/

Foto: Reprodução internet



As oportunidades do carnaval


A maior festa do Brasil gera muitos empregos e garante uma renda extra para o brasileiro

O carnaval é uma festa com repercussão internacional. Todos os anos o Brasil recebe milhares de turistas nessa festa do Rei Momo, isso movimenta e estimula o turismo no país, que recebeu 850 mil visitantes somente na cidade do Rio, onde acontecem os desfiles do grupo especial. Com a chagada desses visitantes, nós, os anfitriões, ganhamos muito nessa semana de folia. Neste ano de 2012, as vagas de emprego temporário geralmente são destinadas para, lojas, camarotes, hotéis e lanchonetes, que abriu só na Cidade Maravilhosa, 600 vagas para atuar no ramo, e o mais importante que todos esses trabalhadores são protegidos pela Lei, ou seja, teriam a carteira de trabalho assinada e todos os direitos de um emprego em condições normais e a maioria não exige conhecimento especifico ou grau de escolaridade. O estudante de 22 anos, Jean Carlos do Nascimento disse que foi uma ótima experiência e bastante lucrativa. “Eu ainda estou cursando o Ensino fundamental e essas vagas não exigiam grau de escolaridade, o que pra mim foi muito bom”, comemorou. Esses empregos temporários tem muita chance de efetivação, resolvendo assim um problema que assombra o brasileiro há muito tempo. O desemprego. “Vou trabalhar os sete dias do carnaval em uma lanchonete, já assinaram a minha carteira de trabalho pela primeira vez e acredito que vou ser efetivado, já que as chances são grandes, agora é só torcer!”, contou Jean depois de uma reunião com o gerente de um Fast Food.

Outro ramo que chega a contratar com até seis meses de antecedência são os barracões de escolas de samba, que precisam de mão de obra antes durante e depois dos desfiles. O que chama mais atenção nessas vagas são os requisitos exigidos pela agremiação, que muitas vezes preferem moradores desempregados da comunidade, facilitando assim a vida de muitos brasileiros.


As informações são do site oficial da CAT- Centro de Apoio ao Trabalho. http://www.catrj.org.br/

Foto: Reprodução Internet

O legado do carnaval 2012

Polícia Rodoviária registra queda em mortes nesse período

O carnaval no Brasil é um grande evento internacional, e isso ninguém pode negar, mas o que ficou de legado nesse ano foram os índices de acidentes nas estradas brasileiras, que por mais que não tenha parecido, caíram quase um terço nas rodovias federais em comparação ao mesmo período de comemorações do ano passado. O numero de mortes, envolvendo acidentes, também sofreu uma queda de 9,6%.

A imprudência é a principal culpada dos acidentes de trânsito que acontecem durante esse período. Segundo dados oficiais do site da Polícia Rodoviária Federal, cerca de duas mil pessoas foram flagradas dirigindo alcoolizadas. Guarda rodoviário há 15 anos, Rodolfo Gusmão dos Santos revelou que a maioria das mortes ocorridas nas estradas é devido à embriaguez. “O motorista alcoolizado não tem reflexos para conduzir o automóvel e perde um pouco noção de velocidade. Com isso ele pensa que pode ir um pouquinho mais rápido e fazer ultrapassagens perigosas e em áreas proibidas”, explicou. Em feriados prolongados, as ultrapassagens são os verdadeiros vilões nas rodovias. Dois graves acidentes foram os responsáveis pelo grande número de mortes na última semana. Um foi em Goiás, no sábado dia 18, envolvendo dois ônibus de turismos que se chocaram, causando morte de 14 passageiros e dezenas de feridos na BR 153. Outro caso que chamou a atenção foi a colisão de um carro de passeio com um ônibus, na BR 349, na Bahia, oito dos nove ocupantes do carro – que estava superlotado – morreram no local. Analise a tabela de comparação entre os anos de 2011 e 2012.

De sexta-feira a domingo

Carnaval 2011

Acidentes - 2732
Feridos - 1625
Óbitos - 135

Carnaval 2012
Acidentes - 1984
Feridos - 1148
Óbitos - 122

Variação 2012/2011
Acidentes - redução de 27,4%
feridos - redução de 29,4%
Mortes - reduçaõ de 9,6%

Em geral, as estatísticas esse ano foram boas, mas a Polícia Rodoviária Federal acredita que esse número poderia ser bem menor com a colaboração da população.